sexta-feira, maio 28, 2010

Como lidar com a rejeição



Há certas coisas na vida que você simplesmente tem que se acostumar — como políticos corruptos, por exemplo. Eles sempre existirão, e o melhor que você pode fazer, se é que você vive no distrito eleitoral do sujeito, é esperar a próxima eleição e votar no outro candidato, na esperança que ele seja direito ou pelo menos um pouco menos corrupto. Tarefa difícil.


Outra coisa da vida que você tem que se acostumar é a rejeição. Você pode ser a pessoa mais legal, mais competente do planeta, e ainda assim ser rejeitado.O que você não pode fazer é tomar isso como um ataque à sua pessoa.

Um sábio e irrepreensível Mestre que sofreu muita rejeição teve o seguinte a dizer aos seus discípulos sobre como lidar com isso: “Quando você entrar em uma cidade, se não for bem vindo, não for ouvido, saia dali discretamente. Não faça escândalo. Sacuda a poeira dos seus pés, deixe pra lá, e vá em frente.”

Ao contrário desse conselho, muitas pessoas acumulam por anos o pó da rejeição sobre si mesmos. Quando percebem, já estão cobertos por ele. Elas se tornam tímidas, amarguradas, ressentidas, com medo de tentar coisas novas, desconfiadas de tudo e todos, e andam por aí de cabeça baixa como se estivessem carregando o mundo em seus ombros. A bem da verdade, estão mesmo.

Toda vez que você é rejeitado e não sacode a poeira dos seus pés, você acumula em si o pó da negatividade das outras pessoas. Se você não mudar, meu conselho é arranjar uma carreta bem grande, daquelas de dezoito rodas, porque você vai precisar de muito espaço pra guardar todo esse pó...

Aquele sábio Mestre, mais conhecido como Senhor Jesus, sabia que na vida não há como evitar rejeição. Mas Ele também sabia que a melhor reação que você pode ter é sacudir a poeira e ir em frente. Sempre haverá uma outra cidade mais adiante.

Faça um favor a si mesmo hoje. Perdoe todos aqueles que uma vez lhe rejeitaram ou lhe trataram mal. Diga á si mesmo que o que aconteceu não foi nada, e siga em frente com a sua vida. Não se surpreenda se depois disso você se sentir uma tonelada mais leve.

Pra onde foi todo aquele pó?


Por Bp Renato Cardoso

quinta-feira, maio 13, 2010

A Diferença entre a Galinha e a Águia



Nossa vida se assemelha mais à de uma águia ou à de uma galinha? Com qual nos identificamos melhor?


GALINHA
· Não voam.
· É caça.
· Olhos laterais.
· É alimento.
· Come restos.
· Domesticável.
· Medrosa
· Se sujeita a ficar presa
· Faz seu ninho ao nível do chão.
· Várias espécies.
· Só enxerga durante o dia.
· Ninho: pena e capim.
· Aceita mais de um galo.
· Morre cabisbaixa.

ÁGUIA
· Voam alto, muito alto.
· É caçadora.
· Olhos frontais.
· É devoradora.
· Não se alimenta de nada em decomposição.
· Selvagem.
· Corajosa.
· Não aceita ficar presa.
· Constrói seu ninho nos penhascos.
· Espécie rara.
· Vê durante o dia e durante a noite.
· Ninho: pena, capim e espinhos.
· Só aceita um macho durante toda a vida.
· Morre voando.

Conclusão

No quintal de minha casa havia uma galinha d’agola. Se alguém corresse atrás dela, mesmo que fosse uma criança, provocava o maior tumulto. A pobre coitada fugia, desnorteada, gritando:
“To fraca, to fraca, to fraca...”
É próprio da natureza da galinha ser fraca, indefesa. Sente-se facilmente ameaçada, com medo.
Já lhe ocorreu, leitor, que existe águia d’angola? Não. Não existe águia temerosa.
A águia é conhecida pela sua intrepidez e coragem. Ela não foge à luta. Não se acovarda.
Não se entrega os pontos ante circunstâncias adversas.
A águia é igualmente símbolo de liberdade. Não se sujeita ao cativeiro. Morre, mas não fica presa. “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou...” (Sl 5:1).

Olha que interessante

Nascemos em Cristo para voar. E voar alto.

À medida que os filhotes vão crescendo, a mãe águia vai retirando primeiro as penas depois o capim, para que os espinhos criem certo desconforto e eles alcem vôo.

Deus age da mesma forma conosco. Quando estamos bem acomodados no nosso ninho, ele, como a águia, retira as penas, as peles, o capim, os gravetos, e permite que os espinhos nos incomodem, para que alcemos vôo.

Quando chega o momento de o filhote aprender a voar, a mãe põe-no sobre a asa, sobe bem alto, e então se inclina, deixando-o escorregar. E lá vai o filhote descendo todo atrapalhado. De repente, a mãe desce como uma bala e posiciona-se abaixo dele para que pouse em suas asas. E repete esse ritual até que o filhote aprenda a voar.

“Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os filhotes, estende as suas asas e, tomando-os, os leva sobre elas”, assim o Senhor nos sustenta e, em caso de titubearmos, abriga-nos sob suas potentes asas. Ele está sempre por perto para nos socorrer. Suas asas são sempre o melhor e mais seguro abrigo.

“Cobrir-te-á com suas asas, sob suas asas estarás seguro...” (Sl 91:4).

terça-feira, maio 11, 2010

Engolindo Sapos

“O que é andar no espírito?”— perguntou ela. Tratava-se de uma jovem que havia acabado de chegar à igreja e que ainda não estava familiarizada com algumas expressões. Então, o pastor lhe respondeu: “É estar no espírito da fé.” Ela balançou a cabeça, fazendo-o acreditar que havia entendido a sua simples e, ao mesmo tempo, difícil explicação. Ainda confusa, foi para casa e orou, mas nada aconteceu.
Um dia, uma colega de trabalho mentiu a seu respeito e a deixou em apuros com a gerência. Ela ficou tão frustrada que pegou seus pertences e, sem pedir permissão à sua chefe, simplesmente foi para casa mais cedo. Ainda no ônibus, chorava e se perguntava por que Deus havia permitido que tudo aquilo lhe acontecesse; afinal de contas, estava sendo fiel a Ele nos últimos dois meses, que foi quando se convertera. Tudo o que conseguia ouvir em seu coração era “Ande em espírito...”

“Mas, Senhor, como posso andar em espírito se eu não sei o quê isso significa?” Foi aí que, sem palavra alguma, Deus falou-lhe com clareza. Ela precisava andar em espírito quando a caminhada fosse difícil, ou seja, tinha que desagradar a sua carne e obedecer a voz da fé. Então, ela desceu do ônibus, voltou para o trabalho e pediu desculpas à sua chefe pelo mau comportamento, que ficou impressionada com sua atitude e resolveu desconsiderar todas as mentiras. Ela não apenas mostrou à sua chefe quem realmente era, como também foi promovida, tornando-se gerente.

Isso é o que acontece todos os dias com pessoas que “andam em espírito”. Problemas vêm para todas nós, mas se não tivermos o hábito de usar a nossa fé para combatê-los, usaremos as nossas emoções—que sempre causam problemas ainda maiores. Por exemplo, quando o marido diz algo que você não gosta e você responde do mesmo jeito, dando início a uma briga. Ou quando você descobre que alguém fez uma fofoca a seu respeito e, sem pensar duas vezes, você decide tirar satisfação com todas as pessoas envolvidas, multiplicando a fofoca ainda mais. Ou então, quando você faz um escândalo em público por causa de um péssimo atendimento ao consumidor.

Andar em espírito é um compromisso diário. Quando estamos no espírito, agimos de maneira diferente das outras pessoas, como se fôssemos intocáveis—muito superiores para nos envolvermos com as coisinhas desse mundo. Aprendemos a engolir alguns sapos e a ignorar determinadas coisas e seguir em frente.

Pessoas que andam no espírito estão sempre no controle de suas emoções. Aquelas que estão no espírito também andam no espírito. Por isso, se você está no espírito, ande em espírito.



Por Cristiane Cardoso

terça-feira, maio 04, 2010

Render-se jamais!


A Bíblia nos revela dois tipos de mulher: a sábia e a insensata. A diferença entre elas está simplesmente na qualidade da fé que cada uma possui. O sábio rei Salomão escreveu: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.” (Provérbios 14.1).
A mulher insensata permite que os sentimentos controlem a sua vida, aniquilando qualquer vestígio de fé. As suas emoções falam alto no seu coração, a ponto de confundir o seu raciocínio, fazendo o certo parecer-lhe errado.
Então, em vez de combater os problemas, ela se torna indiferente aos mesmos. Sem falar no conflito interior, que a impede de descobrir qual o próximo passo a ser dado; pois qualquer atitude tomada sem fé irá conduzi-la a um modo de vida conturbado.
Já a mulher sábia jamais abandona a sua casa. Ela é fiel e permanece firme no lar, até que este seja bem estabelecido. Nem o tempo a faz desanimar, pois ela vive pela fé, que nos faz enxergar além de quaisquer circunstâncias.
A fé não é limitada pelo tempo nem pelas circunstâncias, mas é uma certeza tão profunda que ninguém pode tirá-la.
A mulher solteira também está inserida nesse contexto, pois a Palavra de Deus não especifica que “a esposa sábia edifica a sua casa”, e sim “a mulher sábia”.
E com uma mulher sábia não tem trégua, não importando o quão difícil se torne um problema. Para ela é tudo ou nada; e esta é a verdadeira fé. Desistir não é opção para a mulher sábia. Afinal, ela é uma guerreira, uma mulher de Deus.
A fé que ela possui, uma força invisível e interior, muitos não conseguem enxergar. Só mais tarde é que verão os seus frutos. A Palavra de Deus diz ainda: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias.” (Provérbios 31.10).
As mulheres que possuem esse tipo de fé têm um grande valor diante de Deus, e dos homens. E você, amiga leitora? Será que tem se rendido aos problemas, ou permanecido na fé, que garante o seu futuro em Deus?
Dona Ester Bezerra